Deputado Capixaba quer prisão para diretores da Fundação Renova

Rastro

O rastro de lama do crime ambiental de Mariana (MG), ocorrido em 5 de novembro de 2015 e que deixou 19 mortos, segue não só na extensão territorial da bacia hidrográfica do Rio Doce, mas também no tempo, com a procrastinação da reparação dos danos e da indenização aos atingidos.

Prisão

O conflito pós tragédia já gerou inúmeros termos de conduta assinados pela Fundação Renova – entidade criada para gerir o sinistro do consórcio Vale/Samarco/BHP Billiton. Aqui no ES, duas CPIs se debruçam sobre o caso na Assembleia Legislativa. Na última semana, o deputado estadual Enivaldo dos Anjos (PSD) disse que vai juntar provas para pedir à Justiça a prisão preventiva dos executivos da fundação.

Acusa

Enivaldo acusa os diretores da Renova de estarem “usando criminosamente os recursos do acordo que foi feito com o Ministério Público Federal, diante da Justiça, e negando o pagamento dos prejudicados”.

Defende

Em nota, a Renova afirma que é uma entidade privada, sem fins lucrativos, baseada na transparência e no diálogo com a sociedade, cujos processos são acompanhados e fiscalizados, permanentemente, por auditorias externas independentes e pelo Ministério Público de Fundações. E que, até junho de 2019, totalizou R$ 783 milhões de indenizações pagas no Espírito Santo.

Fonte: Folha Vitória