Prefeito de Anchieta é indicado como coordenador do Conselho de Desenvolvimento da Microrregião Litoral-Sul

Foi instituído na semana passada o Conselho Regional de Desenvolvimento do Litoral-Sul, microrregião capixaba que reúne oito municípios: Anchieta, Alfredo Chaves, Iconha, Itapemirim, Piúma, Rio Novo do Sul, Marataízes e Presidente Kennedy. O Conselho integra o Plano de Desenvolvimento Regional, iniciativa do Governo do Estado para equilibrar o crescimento do Espírito Santo. O evento aconteceu na última quinta (30), na Câmara de Vereadores de Anchieta.

Na ocasião, o prefeito de Anchieta, Fabrício Petri, foi indicado pelos participantes do encontro para atuar como coordenador do Conselho da Microrregião Litoral-Sul. Conforme informações do governo do Estado, esta é a segunda região a ter instituído o mecanismo que organiza a participação dos agentes estratégicos, como setor público, segmento produtivo, academia, organizações sociais e de classe e trabalhadores. A instalação de conselhos regionais acontecerá em mais sete regiões do Estado.

O subsecretário de Desenvolvimento Paulo Menegueli, que coordena o Plano, explicou a importância do Conselho: “Elaboramos um formato participativo, em que parte dos públicos estratégicos as sugestões para a sua região. Subsidiamos o grupo com dados e fomentamos o diálogo e a definição das ações “, disse.

Além da Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes), fazem parte do comitê gestor do Plano, a Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), a Secretaria de Economia e Planejamento (SEP) e o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN).

O prefeito de Anchieta, Fabrício Petri, elogiou a iniciativa: “Quero parabenizar o Governo do Estado por essa brilhante iniciativa e por se preocupar com o desenvolvimento regional. Assim, podemos nos preocupar não apenas com os munícipes, mas também com a região vizinha. Todos têm que crescer juntos. Temos atividades comuns como turismo, pesca e agricultura. O plano nos ajudará a desenvolver nossas vocações”, destacou.

Por meio do Plano de Desenvolvimento Regional, a política de desenvolvimento terá como diretriz o equilíbrio do desenvolvimento em todo Estado, buscando potencializar os arranjos produtivos existentes e gerar novas oportunidades. A ação de governo se orientará pela busca do equilíbrio e contemplará ações bem estruturadas, focadas na busca de investidores capazes de consolidar ou adensar cadeias produtivas já existentes.